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Huntington Beach Highlights - 2009 Hurley US Open of Surfing
Com público recorde, Adams vence etapa de Brasília do X-Fighters
Arena montada em frente ao Congresso recebe 100 mil pessoas, maior público da história do motocross freestyle. Joaninha cai na repescagem
Diante de 100 mil pessoas, o americano Nate Adams venceu a etapa de Brasília do X-Fighters World Tour 2011 ao derrotar o australiano Robbie Maddison na final, neste sábado. O norueguês André Vila ficou com o terceiro lugar no pódio. O público que tomou a arena montada em frente ao Congresso Nacional é o maior registrado em uma competição de motocross freestyle na história.
Bicampeão da turnê, Adams venceu uma etapa do circuito pela primeira vez desde 2009 e assumiu a liderança da temporada, com 165 pontos.
- É muito legal andar diante de um público deste tamanho. Estou feliz porque na última temporada fui campeão mesmo sem ter vencido nenhuma etapa e agora já começo o ano com uma vitória na segunda prova - disse Adams.
Joaninha teve apoio de 100 mil, mas ficou na repescagem (Foto: Marcelo Maragni/Red Bull Content Pool)
O brasileiro Gilmar Flores, o Joaninha, não teve sorte na capital do país. O matogrossense foi eliminado ainda na repescagem, superado por Adam Jones, Blake Williams, Beau Bamburg e Gilles De Jong.
- Apesar de ter saído na primeira fase, estou bastante contente e realizado. Esta pista tem um padrão que a gente nunca imaginou em andar aqui no Brasil. Esse público nos ajudou muito e comprova que o esporte promete crescer cada vez mais no Brasil - analisou Joaninha.
Confira o resultado final da etapa de Brasília do X-Fighters World Tour:1. Nate Adams (EUA)
2. Robbie Maddison (AUS)
3. André Villa (NOR)
4. Levi Sherwood (NZE)
5. Eigo Sato (JAP)
6. Javier Villegas (CHI)
7. Adam Jones (EUA)
8. Blake Williams (AUS)
9. Beau Bamburg (EUA)
10. Gilles De Jong (BEL)
11. Gilmar Flores (BRA)
Confira a classificação do X-Fighters World Tour:
1. Nate Addams - 165 pontos
2. Andre Villa - 145
3. Robbie Maddison - 110
4. Dany Torres - 100
5. Levi Sherwood - 100
6. Blake Williams - 80
7. Eigo Sato - 80
8. Adam Jones - 55
9. Javier Villegas - 35
10. Beau Bamburg - 20
11. Taka Higashino - 20
12. Gilles De Jong - 15
13. Rob Adelberg - 15
14. Gilmar Flores - 10
15. Lance Coury - 10
16. Jackson Strong - 5
ADRIANO DE SOUZA É CAMPEÃO DO BILLABONG RIO PRO
Carissa Moore é a campeã do Billabong Girls Rio Pro
A brasileira Silvana Lima parou na semi e termina em 3º lugar
Finalista em todas as cinco etapas do ASP Women´s Tour 2011, a havaiana Carissa Moore, 18 anos, se consolidou na liderança do ranking com a terceira vitória conquistada neste domingo de Sol e boas ondas de 2-3 pés na Barra da Tijuca. A final no Billabong Girls Rio Pro foi contra a única surfista que a derrotou neste ano, a australiana Sally Fitzgibbons, 19. Apenas as duas vão brigar pelo título mundial de 2011 nas outras duas etapas que restam para fechar a temporada feminina neste ano.
Depois de dois dias de chuva e céu nublado, o Rio de Janeiro mostrou a sua cara no domingo e a Barra da Tijuca ficou lotada desde cedo, reunindo cerca de 10 mil pessoas ao longo do dia. A maioria do público queria ver Kelly Slater, mas o dia foi reservado só para as meninas de novo. Isto porque o prazo da etapa feminina termina nesta segunda-feira, enquanto a masculina vai até o próximo domingo. A expectativa agora é para que o Billabong Rio Pro seja iniciado na segunda-feira e a primeira chamada já foi marcada para as 7 horas na Barra da Tijuca.
Mesmo assim, a torcida permaneceu na praia para acompanhar o show da nova geração do surfe feminino. Como vinha fazendo em todas as baterias, a havaiana Carissa Moore começou melhor a final com uma nota 6,67, contra uma 6,50 de Sally Fitzgibbons. Enquanto a havaiana usava como principal arma a força nas manobras principalmente de backside, a australiana buscou a variação e até aéreo ela acertou durante a bateria. No entanto, Carissa Moore ia aumentando a vantagem a cada onda surfada.
A vitória foi praticamente confirmada quando Fitzgibbons pegou uma onda fraca e sobrou a de trás, que era bem melhor, para Moore. A havaiana não desperdiçou a chance, começou com um floater longo, emendou uma rasgada jogando muita água e mais uma batida forte na finalização. Esta onda valeu nota 8,10 e garantiu o prêmio de 25 mil dólares para Carissa Moore, com Sally Fitzgibbons levando 9 mil dólares pelo vice-campeonato no Billabong Girls Rio Pro. O placar final foi de 14,87 x 13,80 pontos.
“Estou muito feliz, muito feliz mesmo”, vibrou Carissa Moore. “Eu tentei não colocar pressão alguma em mim mesma e acho que consegui. Já estava contente por estar em mais uma final, surfei tranqüila e deu tudo certo pra mim. Me diverti muito aqui no Rio, é um lugar muito bonito, tive algumas baterias difíceis durante o dia, mas consegui encontrar o ritmo e me dar bem na final”
Com a vitória no Billabong Girls Rio Pro, a havaiana abriu 5.350 pontos de vantagem no ranking sobre Sally Fitzgibbons, mas prefere não falar sobre título mundial. “Ainda temos duas etapas pela frente e tudo pode acontecer. A Sally é uma ótima atleta, vem surfando muito bem e temos também a Coco (Ho) e a Steph (Stephanie Gilmore) surfando muito forte. Acho que este ano, especialmente, o nível está muito alto e todas as meninas vêm evoluindo bastante a cada campeonato”.
Mundial de Skate Vertical (Rio de Janeiro 2011) Voltas de Marcelo Bastos (campeão) e Bob Burnquist
GoPro HD: Toronto Race Monster Energy Supercross 2011
APRENDENDO AS MANOBRAS DO SKATE: LIÇÃO FLIP
APREDENDO AS MANOBRAS DO SKATE: LIÇÃO KICKFLIP
APREDENDO AS MANOBRAS DO SKATE: LIÇÃO HARDFLIP
Com homenagem ao avô na pele, Bobby manda Kelly Slater para casa
Recém-tatuado, americano passa à quarta fase. Decacampeão mundial e líder do ranking receberá multa por demorar a sair da água após derrota
Kelly Slater tentou aproveitar o fato de estar hospedado em frente ao palco principal do Rio Pro, na Barra da Tijuca. O decacampeão mundial e líder do ranking chegou à praia apenas 20 minutos antes de sua bateria. Trinta minutos depois de entrar na água, amargou uma derrota precoce, na terceira fase. E ficou esfriando a cabeça, à esquerda do pico, por 1h30m. O carrasco foi o compatriota Bobby Martinez, que carregava no ombro direito uma tatuagem, feita há dois dias, em homenagem ao avô, falecido. O SporTV.com transmite ao vivo a etapa, terceira da temporada.
- Vi umas ondas ali e fui surfar. Foi a primeira vez que puder surfar sozinho - disse Slater, para depois dar autógrafos aos fãs.
Com a derrota de Slater, o australiano Joel Parkinson, vice-líder do ranking, comemora. Na bateria anterior, ele tinha vencido por combinação o também aussie Kieren Perrow.
Kelly Slater se despede ao perder na terceira fase (Foto: Gabriele Lomba / Globoesporte.com)
Joel estava na água quando Slater chegou à praia. E foi só o americano botar o pé na área de atletas que o público voltou-se de costas para o mar. No mezanino, Bobby Martinez se concentrava ao lado da namorada, Cleo. Quando chegou, uma hora antes, exibiu aos amigos a tatuagem, feita em uma loja no Recreio dos Bandeirantes.
- Meu avô, Julian, morreu uns dias antes de o campeonato começar. Eu não pude ir ao funeral, nem queria vir para cá. Fiz uma rosa, pois era a flor favorita dele – contou.
Slater demora a sair da água e vai receber multa por surfar fora da bateria
Slater demora a sair da água e vai receber multa por surfar fora da bateria
Bobby mostra a tatuagem que fez para o avô
(Foto: Gabriele Lomba / Globoesporte.com)
Martinez precisa de uma boa colocação na etapa carioca. É apenas o 22º do ranking mundial e 55º do unificado. Apenas os 32 primeiros da lista unificada se manterão na elite depois da etapa de Nova York, em setembro. No fim do ano, depois do Pipe Masters, haverá outro corte.
- Se ele não vencesse, estaria fora - disse Slater.
Na bateria contra Slater, Bobby virou com um lindo aéreo, que lhe rendeu 7,50. Depois, entrou em um tubo e ganhou 7,00 para deixar o compatriota precisando de 7,67. Slater achou também um tubo, ainda maior, mas não consegui virar. Ganhou 7,24. Permaneceu na água por um longo tempo, tentando despistar os fãs.
Segundo as regras da Associação dos Surfistas Profissionais (ASP), cada onda surfada fora da bateria ,com a camisa de lycra do campeonato, custa uma multa de US$ 500,00.
- Podem multar - disse.
Quando enfim saiu da água, teve de correr para entrar no palanque. O público o cercava. Abriram uma grade, Slater entrou, e pediu para um amigo devolver sua camiseta à organização.
- Não sou o novo herói. Eu venci o herói – disse Bobby.
Parko vence por combinação; prancha de Perrow quebra
Depois de tropeçar na estreia e se recuperar na repescagem – com direito a uma nota 9,00, Joel Parkinson também chegou cedo para sua bateria na terceira fase. Ao lado do treinador, perto de Martinez, via o compatriota Adam Melling, carrasco de Alejo Muniz e único a igualar seu 9,00, ser eliminado pelo francês Jeremy Flores. Os dois conversavam atentamente, alheios à criança que chorava ao lado, na área VIP.
Quando a buzina que indica o início de bateria tocou, abriu o duelo com uma nota 7,00. Aos 10 minutos, fez três manobras e trocou sua menor nota por 6,17. Com 13,17 pontos, deixou Perrow em combinação. Perrow arrancou um 5,00 a oito minutos do fim e passou a buscar 8,17. Mas Joel aumentou a diferença na onda seguinte, com uma nota 8,00. E Perrow viu sua prancha se quebrar. De novo em combinação, se despediu do campeonato.
Terceira fase:
1. Taj Burrow AUS 14,66 x 10,84 Cory Lopez EUA
2. Damien Hobgood EUA 11,33 x 4,03 Heitor Alves BRA
3. Daniel Ross AUS 12,17 x 7,97 Adrian Buchan AUS
4. Jeremy Flores FRA 16,50 x 6,77 Adam Melling AUS
5. Joel Parkinson AUS 15,07 x 7,83 Kieren Perrow AUS
6. Bobby Martinez EUA 14,50 x 14,10 Kelly Slater EUA
7. Josh Kerr AUS 13,86 x 13,17 Jordy Smith AFS
8. Adriano de Souza 15,93 x 11,87 CJ Hobgood EUA
9. Bede Durbidge AUS 12,17 x 11,50 Patrick Gudauskas AUS
10. Owen Wright AUS 11,66 x 9,80 Taylor Knox EUA
11. Michel Bourez TAH 19,10 x 6,83 Jadson André BRA
12. Mick Fanning AUS x Raoni Monteiro BRA
Mineirinho tenta ultrapassar Slater, Parko & cia: ‘Estou ali nas beiradas’
Quarto do ranking mundial, brasileiro enfrentará na terceira fase do Rio
Pro o americano CJ Hobgood, melhor do mundo na temporada 2001
Adriano de Souza, o Minerinho, carrega sobre os ombros a responsabilidade de ser o melhor brasileiro no ranking. Está em quarto, atrás do americano decacampeão mundial Kelly Slater, líder, do australiano Joel Parkinson (vice) e do sul-africano Jordy Smith. O também aussie Mick Fanning, duas vezes melhor do mundo, é quinto. Há seis anos na elite, o paulista do Guarujá prefere se manter quieto, sem fazer alarde. Prefere tentar ocupar, de mansinho, o espaço entre os maiores favoritos. O SporTV.com transmite ao vivo o Rio Pro, terceira etapa da temporada. A próxima chamada será nesta quinta-feira, às 7h, na Barra da Tijuca.
Mineirinho fez a segunda maior soma da repescagem do Rio Pro (Foto: Wagner Meier / Agência Estado)
O adversário de Mineirinho na terceira fase do Rio Pro será um campeão mundial: o americano CJ Hobgood, melhor do mundo em 2001.
- Sei que a pressão está forte no meu caminho. No ano passado tive um resultado muito fraco aqui no Brasil (nono). Vou fazer meu melhor, independentemente de quem esteja na bateria. Há grandes atletas aqui. Kelly, Joel e Mick (Fanning) estão ali na briga pelo título. Eu estou ali nas beiradas. Espero fazer meu melhor aqui e ganhar algumas posições.
Assim como Mineirinho, Hobgood também tropeçou na estreia e caiu para a repescagem. Nesta quarta-feira, foi o único a superar sua média, até então melhor do dia. Mineirinho somou 16,43 pontos (em 20) contra o catarinense Ricardinho dos Santos. Décimo sexto do ranking, o americano arrancou 16,50 para eliminar o australiano Julian Wilson.
Após a vitória, Mineiro saiu da água e passou um bom tempo dando autógrafos aos fãs. Uma cena que, tempos atrás, não imaginava protagonizar.
- Sempre dou atenção e carinho. Já fui um dia fã de todos os brasileiros do circuito, sei como é. E hoje sou um ídolo para a nova geração e para a torcida... Sei que o pessoal gosta muito, então sempre tento fazer o meu melhor.
Terceira fase:
1. Taj Burrow AUS x Cory Lopez EUA
2. Damien Hobgood EUA x Heitor Alves BRA
3. Adrian Buchan AUS x Daniel Ross AUS
4. Jeremy Flores FRA x Adam Melling AUS
5. Joel Parkinson AUS x Kieren Perrow AUS
6. Kelly Slater EUA x Bobby Martinez EUA
7. Jordy Smith AFS x Josh Kerr AUS
8. Adriano de Souza x CJ Hobgood EUA
9. Bede Durbidge AUS x Patrick Gudauskas AUS
10. Owen Wright AUS x Taylor Knox EUA
11. Michel Bourez TAH x Jadson André BRA
12. Mick Fanning AUS x Raoni Monteiro BRA
APRENDENDO AS MANOBRAS DO SKATE: LIÇÃO OLLIE
1º ETAPA DO CIRCUITO VOLTA REDONDA DE SKATE
Longboarding with Original Skateboards
Em condições extremas, brasileiro é vice no Mundial em Margaret River
Depois de derrotar Guilherme Tâmega nas quartas e atual campeão do mundo nas semis, Magno Oliveira cai diante do australiano Ryan Hardy na final
Ryan Hardy na final em Margaret River, na Austrália (Foto: IBA Specker)
Depois de um dia de folga, os bodyboarders voltaram a entrar em ação nesta quarta-feira. Na terceira bateria das quartas, Magno derrotou Tâmega, hexacampeão do mundo, e, nas semis, despachou o número 1 de 2010, Amaury Levernhe, das Ilhas Reunião. Foi sua primeira final em etapas do Circuito Mundial.Magno, vice-campeão (Foto: IBA Specker)
- É o melhor resultado da minha vida. Esse tipo de onda é a tipo de que eu gosto. Estão gigantes e perigosas. Nunca vi nenhum outro esporte ser disputado nessas condições. Estou orgulhoso por ser bodyboarder e por dias dias como esse – disse Magno.Magno foi o principal beneficiado pelo novo formado do Circuito Mundial, nos moldes do surfe. Ele perdeu na primeira fase, mas conseguiu sobrevida na repescagem. Nas oitavas de final, fez a maior soma do campeonato (17,75).
Tâmega se desequilibra (Foto: IBA Specker)
Nesta quarta, Magno voltou a fazer a maior pontuação do dia: 16,75 pontos nas semifinais, contra Levernhe. Na final, Hardy levou a melhor sobre o brasileiro e comemorou com a esposa, Leah, e o filho recém-nascido, Oliver.- Milagres acontecem. Passei por vários milagres para chegar à final.
Na primeira etapa da temporada, em Pipeline, no Havaí, o campeão foi o local Jeff Hubbard. A próxima começa no dia 20, em Arica, no Chile.
Final
Ryan Hardy (AUS) 15.15 x Magno Oliveira (BRA) 7.35
Semifinais
1: Ryan Hardy (AUS) 14.85pts x Mark McCarthy (AFS) 10.95
2: Magno Oliveira (BRA) 16.75 x Amaury Lavernhe 12.35
Quartas de final
1: Ryan Hardy (AUS) 13.35 x Dallas Singer (AUS) 3.35
2: Mark McCarthy (AFS) 13.30 x Jared Houston (AFS) 11.95
3: Amaury Lavernhe (REU) 12.00 x Jeff Hubbard (Haw) 10.90
4: Magno Oliveira (BRA) 14.50 x Guilherme Tamega (BRA) 11.75
CABO FRIO CAMINHA ECOLÓGICA DA ASSERAD MULTI AÇÃO - ASSOCIAÇÃO DE ESPORTES RADICAIS
DATA ESTIMADA PARA PRÓXIMA CAMINHA NA APA PAU-BRASIL DIA:15/04/2011 AS 08:00 NA ILHA DO JAPONES, (SAÍDA) CONTATO: CEL.(22)9974.5273 - FALAR COM FLÁVIO DIRETOR AMBIENTAL.
Australiano faz inédita sessão noturna de surfe em ondas de 12m em Jaws
Mark Visser,de 28 anos, usou prancha e colete especiais, com luzes de LED. Façanha no famoso pico havaiano será registrada no documentário '9 lives'
Mark Visser surfa Jaws à noite (Foto: Reprodução)
À luz do dia, o pico de Jaws, na ilha havaiana de Maui, é considerado um dos mais perigosos do planeta. Mark Visser quis desafiá-lo à noite. No fim de janeiro, o australiano de 28 anos encarou ondas de até 12m e vai registrar a façanha no documentário “9 lives” (nove vidas), ainda sem previsão de lançamento.Apelidado de “Cavaleiro da noite”, Mark usou prancha e colete especiais, com luzes de LED. Foi rebocado por um jet ski e teve apoio de um helicóptero.
RETROSPECTIVA: ano de voos no skate, wake na rua e maratona no gelo
Bob Burnquist entrou para o Hall da Fama e Jaqueline Mourão passou a se arriscar em novo esporte no gelo. Na Antártida, teve Brasil no pódio
Bob Burnquist na megarrampa (Foto: Reprodução)
Bob BurnquistQuando o skate parece não ter mais limites, Bob Burnquist aparece para surpreender. Em 2010, o bicampeão do Circuito Mundial de vertical ultrapassou um limite que parecia impossível: conseguiu realizar o 900º na megarrampa. Deu duas voltas e meia no ar depois de pegar impulso na rampa. Até então, apenas três skatistas tinham conseguido executar a manobra, mas sempre em half pipe: os americanos Tony Hawk e Alex Perelson e o também brasileiro Sandro Dias, o "Mineirinho".
No fim de novembro, Bob estrelou, ao lado de Sandro Dias, Cristiano Mateus e Lincoln Ueda, o documentário “Vida sobre rodas”, que conta a história do skate no Brasil. E, em dezembro, recebeu a maior homenagem que um skatista pode sonhar: entrou para o Hall da Fama do Skate, em Los Angeles.
TJ Lavin nos X-Games (Foto: Getty Images)
No dia 14 de novembro, o biker americano TJ Lavin, bicampeão dos X-Games, sofreu um grave acidente durante as eliminatórias do BMX dirt da etapa de Las Vegas do Dew Tour, quinta e última da temporada. Ele sofreu uma queda, foi levado para um hospital da região e entrou em coma induzido. O atleta de 33 anos, que também é músico e apresentador de um canal de TV por assinatura, se recupera bem.Lavin perdeu o controle de sua bicicleta durante um salto. No pouso, não conseguiu pôr os pés de volta nos pedais. Ele fraturou vértebras e quebrou o pulso direito. O biker ganhou fama no BMX em 1996, quando conquistou a medalha de prata nos X-Games. No ano seguinte, foi ouro, façanha que se repetiu em 1999.
Pedrinho, fera do skate (Foto: agência Getty Images)
Pedro Barros, de apenas 15 anos, fez história ao conquistar a medalha de ouro no skate park nos X Games, as “Olimpíadas” dos esportes radicais. E foi logo em uma de suas primeiras competições como profissional.Lá, entre os grandes nomes do skate, Pedrinho desbancou o californiano Andy Macdonald, 13 anos mais velho.
Reno nas ruas de Ipanema (Foto: Divulgação)
Durante o temporal que inundou a cidade do Rio de Janeiro em abril, um jovem de 19 anos aproveitou as ruas alagadas e saiu de casa com uma prancha de wakeboard. Com a ajuda de amigos, Reno Romeu, especialista em kitesurfe, executou manobras em meio a carros e ônibus.
Reno tinha feito o mesmo no ano anterior, em uma tarde bem menos caótica.
Bernardo Fonseca na Maratona do Gelo
Bernardo Fonseca, membro da equipe do Planeta Extremo, venceu a Maratona do Gelo 2010, realizada na Antártida. Além da prova de 42 km, Bernardo ainda levou as cores verde e amarela ao topo do pódio na prova de 100 km.
O repórter da TV Globo Clayton Conservani chegou numa bela sétima colocação na prova de 42 km e também ajudou a levar o nome do Brasil até a Antártida.
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