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Australiano faz inédita sessão noturna de surfe em ondas de 12m em Jaws

Mark Visser,de 28 anos, usou prancha e colete especiais, com luzes de LED. Façanha no famoso pico havaiano será registrada no documentário '9 lives'

FRAME Mark Visser surfe Jaws noite (Foto: Reprodução) 
Mark Visser surfa Jaws à noite (Foto: Reprodução)
À luz do dia, o pico de Jaws, na ilha havaiana de Maui, é considerado um dos mais perigosos do planeta. Mark Visser quis desafiá-lo à noite. No fim de janeiro, o australiano de 28 anos encarou ondas de até 12m e vai registrar a façanha no documentário “9 lives” (nove vidas), ainda sem previsão de lançamento.
Apelidado de “Cavaleiro da noite”, Mark usou prancha e colete especiais, com luzes de LED. Foi rebocado por um jet ski e teve apoio de um helicóptero.


RETROSPECTIVA: ano de voos no skate, wake na rua e maratona no gelo

Bob Burnquist entrou para o Hall da Fama e Jaqueline Mourão passou a se arriscar em novo esporte no gelo. Na Antártida, teve Brasil no pódio

Bob Burnquist começou e terminou 2010 no topo. O ícone do skate, hoje aos x anos, mais uma vez foi o principal personagem no cenário mundial. Teve a companhia de um jovem companheiro, Pedro Barros, o Pedrinho. Do asfalto para o gelo, dois brasileiro mereceram atenção. Bernardo Fonseca, nosso homem de gelo, e Jaqueline Mourão, mamãe campeã. Confira a retrospectiva nos esportes radicais:
Bob Burnquist 
Bob Burnquist na megarrampa (Foto: Reprodução)
Bob Burnquist
Quando o skate parece não ter mais limites, Bob Burnquist aparece para surpreender. Em 2010, o bicampeão do Circuito Mundial de vertical ultrapassou um limite que parecia impossível: conseguiu realizar o 900º na megarrampa. Deu duas voltas e meia no ar depois de pegar impulso na rampa. Até então, apenas três skatistas tinham conseguido executar a manobra, mas sempre em half pipe: os americanos Tony Hawk e Alex Perelson e o também brasileiro Sandro Dias, o "Mineirinho".
No fim de novembro, Bob estrelou, ao lado de Sandro Dias, Cristiano Mateus e Lincoln Ueda, o documentário “Vida sobre rodas”, que conta a história do skate no Brasil. E, em dezembro, recebeu a maior homenagem que um skatista pode sonhar: entrou para o Hall da Fama do Skate, em Los Angeles.
TJ Lavin X-games 2004 
TJ Lavin nos X-Games (Foto: Getty Images)
No dia 14 de novembro, o biker americano TJ Lavin, bicampeão dos X-Games, sofreu um grave acidente durante as eliminatórias do BMX dirt da etapa de Las Vegas do Dew Tour, quinta e última da temporada. Ele sofreu uma queda, foi levado para um hospital da região e entrou em coma induzido. O atleta de 33 anos, que também é músico e apresentador de um canal de TV por assinatura, se recupera bem.
Lavin perdeu o controle de sua bicicleta durante um salto. No pouso, não conseguiu pôr os pés de volta nos pedais. Ele fraturou vértebras e quebrou o pulso direito.  O biker ganhou fama no BMX em 1996, quando conquistou a medalha de prata nos X-Games. No ano seguinte, foi ouro, façanha que se repetiu em 1999.
x games 16 pedro barros skate 
Pedrinho, fera do skate (Foto: agência Getty Images)
Pedro Barros, de apenas 15 anos, fez história ao conquistar a medalha de ouro no skate park nos X Games, as “Olimpíadas” dos esportes radicais. E foi logo em uma de suas primeiras competições como profissional.

Lá, entre os grandes nomes do skate, Pedrinho desbancou o californiano Andy Macdonald, 13 anos mais velho.
  Wakeboarder wake Reno Romeu Ipanema 
Reno nas ruas de Ipanema (Foto: Divulgação)
Durante o temporal que inundou a cidade do Rio de Janeiro em abril, um jovem de 19 anos aproveitou as ruas alagadas e saiu de casa com uma prancha de wakeboard. Com a ajuda de amigos, Reno Romeu, especialista em kitesurfe, executou manobras em meio a carros e ônibus.
Reno tinha feito o mesmo no ano anterior, em uma tarde bem menos caótica.

Bernardo Fonseca na Maratona do Gelo, na Antártida 
Bernardo Fonseca na Maratona do Gelo

Bernardo Fonseca
, membro da equipe do Planeta Extremo, venceu a Maratona do Gelo 2010, realizada na Antártida. Além da prova de 42 km, Bernardo ainda levou as cores verde e amarela ao topo do pódio na prova de 100 km.
O repórter da TV Globo Clayton Conservani chegou numa bela sétima colocação na prova de 42 km e também ajudou a levar o nome do Brasil até a Antártida.