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Por 0,03 ponto, Slater consegue dar o troco em Irons na estreia no Taiti

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quase quatro anos depois do último confronto, americano eneacampeão mundial e tri da etapa de Teahupoo vence rival pela terceira vez

Na bateria com os dois maiores campeões do mundo, o retrospecto não se atreveu a entrar na água. Quase quatro anos depois do último encontro, Kelly Slater deu o troco em Andy Irons e venceu o seu maior adversário pela terceira vez em oito confrontos. O palco foi Teahupoo, uma das ondas mais perigosas do planeta. E o americano, tri da etapa disputada naquele pico e eneacampeão mundial, mostrou que pode ser tão cruel quanto a praia taitiana. Por 0,03 pontos - 14,00 a 13,97 -,  mandou o havaiano para a repescagem. Coadjuvante, o taitiano Heiarii Williams também caiu.
Kelly Slater Mundial de Teahupoo, Taiti 
Kelly Slater nas ondas de Teahupoo na bateria em que eliminou Andy Irons (Foto: Divulgação / ASP)
- Acho que o Slater vai ganhar o campeonato mundial e depois dar adeus às competições - dizia Irons, tricampeão mundial, na véspera do confronto.

A última vez que eles estiveram em uma mesma bateria foi no dia 14 de dezembro de 2006, com uma virada épica de Irons na decisão em Pipeline. Em Teahupoo, era o primeiro encontro. Para o americano, uma vitória significaria não só o troco, mas um importante passo para tentar voltar à liderança do ranking, posto que perdeu na última etapa, em Jeffreys Bay, para o sul-africano Jordy Smith.
Andy vinha de um bom resultado na África do Sul. Na estreia, mandou o potiguar Jadson André – campeão do terceiro desafio do ano, em Imbituba (SC) - para a repescagem. Mas o havaiano acabou parando nas oitavas, coincidentemente, diante do carrasco de Slater.
Depois de uma semana de folga, Slater quis se antecipar nesta segunda-feira. Vestiu a camiseta vermelha, pegou sua prancha e saiu do barco onde estava dez minutos antes do fim da nona bateria, uma antes da sua. Ali, na "arquibancada" dos surfistas, viu o australiano Taj Burrow levar uma virada no fim, do português Tiago Pires. Minutos depois, Andy Irons, de branco, e Heiarii Williams, de preto, se juntaram a Slater. Os três ficaram ali, vendo tudo, quase como amigos.
A onda de Teahupoo, que tanto assusta, é, para Slater, sinônimo de boas lembranças. A última de suas três vitórias por lá teve direito a duas notas 10,00 na final, feito único no Circuito Mundial. Comemorou, ainda na onda, com uma lata de cerveja na boca.
Quando a buzina enfim tocou, Slater pegou a primeira onda, uma onda lenta, mas que permitiu que ele desse duas rasgadas e ganhasse 6,50. No oitavo minuto, mais uma boa direita para o americano. Desta vez, um tubo e uma nota 7,50.
Heiarii ameaçou com uma nota 8,17. E Irons, com 6,00 e 3,77, se manteve na briga. Precisava de 8,00 para virar.
A 12 minutos do fim, Slater pegou uma onda, fraca, e Irons entrou na que vinha atrás. Conseguiu um belo tubo e bateu na trave: 7,87. Buscava agora uma nota 6,03. Teahupoo, porém, não quis dar uma ajuda. E equilibrou um pouco o tira-teima entre os dois maiores surfistas do mundo.
Duelos Slater x Irons:
2000 - Pipeline, Havaí – terceira fase - Andy Irons
2002 - Hossegor, França – semifinais - Andy Irons
2002 - Pipeline, Havaí – primeira fase - Kelly Slater
2003 - Pipeline, Havaí – final - Andy Irons
2005 - Jeffreys Bay, África do Sul – final - Kelly Slater
2005 - Chiba, Japão – final - Andy Irons
2006 - Pipeline, Havaí – final - Andy Irons
2010 - Teahupoo, Taiti - primeira fase- Kelly Slater

Baterias do Mundial de Teahupoo:
1. Damien Hobgood (EUA) 10,07, Jay Thompson (AUS) 1,83, Kekoa Bacalso (HAV) 1,00
2: Luke Stedman (AUS) 10,33, Nate Yeomans (EUA) 8,83, Jadson André (BRA) 4,40
3: Jeremy Flores (FRA) 12,16, Marco Polo (BRA) 5,33, Bobby Martinez (EUA) 5,33
4: Blake Thornton (AUS) 15,55, Tom Whitaker (AUS) 12,00, Dane Reynolds (EUA) 11,60
5: Adriano de Souza (BRA) 9,66, Tim Reyes (EUA) 5,34, Roy Powers (HAV) 2,73
6: Joan Duru (FRA) 10,10, Bede Durbidge (AUS) 7,60, Kieren Perrow (AUS) 6,90
7: Tamaroa McComb (TAH) 14,77, Mick Fanning (AUS) 9,50, Adam Melling (AUS) 5,70
8: Jordy Smith (AFS) 14,30, Manoa Drollet (TAH) 10,40, C.J. Hobgood (EUA) 8,41
9: Tiago Pires (POR) 13,66, Taj Burrow (AUS) 11,40, Tuamata Puhetini (TAH) 10,43
10: Kelly Slater (EUA) 14,00, Andy Irons (HAV) 13,97, Heiarii Williams (TAH) 12,57
11: Adrian Buchan (AUS) 11,50 , Dusty Payne (HAV) 9,03, Drew Courtney (AUS) 0,20
12: Owen Wright (AUS) 11,27, Brett Simpson (EUA) 8,53, Neco Padaratz (BRA) 7,73
13: Fredrick Patacchia (HAV) 11,93, Matt Wilkinson (AUS) 11,46, Tanner Gudauskas (EUA) 8,43
14: Michel Bourez (TAH) 13,23, Dean Morrison (AUS) 9,00, Mick Campbell (AUS) 5,43
15: Luke Munro (AUS) 14,03, Travis Logie (AFS) 12,94, Taylor Knox (EUA) 9,93
16: Ben Dunn (AUS) 10,87, Patrick Gudauskas (EUA) 9,00, Chris Davidson (AUS) 7,90


Atleta das Ilhas Reunião leva o título do Circuito Mundial de Bodyboard

Amaury Laverhne é o campeão da temporada. Brasileira dispara na liderança

Das Ilhas Reunião, território de domínio francês, saiu o campeão do Circuito Mundial de Bodyboard 2010. Amaury Laverhne garantiu o título da temporada com a vitória na etapa de Sintra (Portugal), a sétima da competição. Para levantar a taça com antecedência, Amaury derrotou o espanhol Guillermo Cobo na final e faturou 8 mil dólares (cerca de R$ 13.500) e 2000 pontos no ranking.
Amaury Laverhne, campeão mundial de bodyboarding 
Amaury Laverhne, o campeão mundial de bodyboard 2010, em ação na etapa de Sintra (Foto: Divulgação)
Entre as mulheres, a cearense Isabela Sousa venceu e disparou na liderança. Foi o segundo Grand Slam conquistado pela bodybarder no ano, que já havia vencido em Búzios (RJ). Com a vitória, ela garantiu mais 1.500 pontos no ranking mundial. Para chegar ao título, ela bateu a japonesa Miya Inoue na decisão. Com notas 8,25 e 6,00, a cearense não deu chances à adversária.
Os brasileiros Roberto Bruno, também do Ceará, e Lucas Nogueira, do Espírito Santo, acabaram eliminados nas quartas de final. No feminino, Karla Costa e Maylla Venturim foram eliminadas nas oitavas. O Circuito Mundial continua nesta semana. Os homens seguem para Ferrol, na Espanha, enquanto as mulheres permanecem em Portugal, competindo o Miss Sumol.

Surf: Maya Gabeira vence prêmio nos EUA

 
A big rider brasileira Maya Gabeira conquistou o troféu do prestigiado Teen Choice Awards, premiação promovida pelo canal de televisão norte-americano Fox.
Eleita por adolescentes com idade entre 13 e 19 anos, Maya foi a mais votada na categoria melhor atleta feminina de esportes de ação.
Maya superou a snowboarder australiana Torah Bright, atual campeã olímpica e detentora de duas medalhas de ouro no mundial da modalidade.
Além de Torah, Maya foi a mais votada entre a esquiadora Sarah Burke, a motociclista Ashley Fiolek e a snowboarder Hannah Teter.
“Estou muito feliz e honrada. Sou uma grande fã de todas as outras meninas da minha categoria. Agradeço aos fãs que votaram em mim, eles são a minha maior inspiração”, comemora Maya.
Ainda neste ano, Maya foi eleita pela quarta vez seguida a melhor big rider da temporada entre as garotas no evento Billabong XXL, realizado no mês de abril.
O Teen Choice Awards premia as maiores realizações do ano nas áreas da música, filmes, esportes e televisão. Na categoria de esportes de ação Masculino, o vencedor foi o skatista norte-americano Ryan Sheckler, atual campeão do X Games na categoria Street.

Jovens surfistas disputam o Hang Loose Surf Attack em Maresias

 
Neste fim de semana é a vez da molecada apavorar as ondas de Maresias, litoral Norte paulista, palco da terceira etapa do Hang Loose Surf Attack, o circuito estadual Sub-18. Em jogo estão os títulos das categorias Júnior (até 18 anos), Mirim (no máximo 16), Iniciantes (limite de 14), Estreantes (até 12) e Petit (abaixo de 10 anos). 
Além da briga no ranking estadual,os jovens surfistas disputam passagens para Fernando de Noronha (prêmio destinado aos vencedores Mirim e Júnior). Nesta etapa, os campeões faturam tocadores de IPod,  óculos Hang Loose, kits e troféus.
Ranking do Hang Loose Surf Attack 2010 após duas etapas
Júnior
1 Lucas Santos (Uba) – 2.000 pontos     
2 Filipe Toledo (Uba) – 1.800 
3 Deivid Silva (Gua) – 1.341 
4 Sidney Guimaraes (Per) 1.312

Mirim
1 Filipe Toledo (Uba) – 2.000 
2 Yage Araujo (Gua) – 1.240
3 Edgar Groggia (Gua) – 1.182
4 Fabinho Pereira (SSB) – 1.159

 
Iniciantes
1 Edgar Groggia (Gua) – 1.900
2 Alex Sandro Santos (Uba) 1.539  
3 Gabriel Andre (Gua) – 1.240
4 Marcos Correia (SVI) – 1.086   

Estreantes
1 Wesley Dantas (Uba) – 2.000
2 Samuel Pupo (SSB) – 1.556 
3 Jefferson Veiga (PGR) – 1.466 
4 Vitor Mendes (Gua) – 1.458

Petit
1 Samuel Pupo (SSB) – 2.000      
2 Eduardo Mota (Gua) – 1.800
3 Danilo de Souza (RJ) – 1.620
4 Kauê Germano (SSB) – 1.385

A última etapa rola nos dias 23 e 24 de outubro no Guarujá.

Mundial de Bodyboard segue pra Europa

 
Após a passagem do Circuito Mundial pela América, as atenções do IBA World Tour se voltam agora para a Europa, onde entre os meses de agosto e setembro acontecem três etapas. O Sopelana BBK Pro abre as disputas entre os dias 19 e 22 de agosto, em Sopelana, País Basco, situado ao Norte da Espanha.

Durante quatro dias os melhores atletas do mundo competem em busca de 1000 pontos no ranking mundial, além de U$20.000,00 em prêmios. Vale lembrar que essa primeira etapa européia contará apenas com a categoria profissional masculino.

As disputas prometem ser bastante acirradas. O atleta de Ilhas Reunião Amaury Laverhne e o francês Pierre Louis Costes abriram boa vantagem na liderança do tour mundial. Inclusive, o atual líder do ranking mundial, Amaury Laverhne, é o detentor do título do Sopelana BBK Pro.
O brasileiro Guilherme Tâmega, terceiro colocado, luta para não deixar os concorrentes dispararem na liderança. Além de Guilherme, o catarinense Eder Luciano também aparece entre os tops-10 do tour mundial e busca bons resultados para melhorar sua posição.
Logo após a passagem do tour pela Europa, o Brasil voltará a sediar uma etapa. Pelo segundo ano consecutivo, Salvador será palco do Bahia Bodyboarding Show, que acontece entre os dias 21 e 25 de setembro, na Praia da Armação.
Guilherme Tâmega vence no Mundial de Bodyboard na Espanha
 
O brasileiro Guilherme Tâmega venceu neste domingo o Sopelana BBK Pro e entrou de vez na briga por seu sétimo título mundial. O carioca não deu chances aos adversários e dominou todas as baterias que disputou neste último dia de evento. Com o resultado, Guilherme somou 1000 pontos no ranking mundial e garantiu ainda U$4.000,00 pelo primeiro lugar.
As condições estavam bem parecidas com os dois primeiros dias de competição, com ondas de 0,5 a 1,0 m na série, e Guilherme mostrou que consegue se adaptar a qualquer tipo de mar. Na grande decisão, o brasileiro venceu o canário Yeray Martinez em uma disputa muito apertada e definida nos detalhes.
Antes de chegar à grande decisão, Guilherme precisou passar por Aritz Larrinaga e na semifinal bateu o francês Pierre Louis Costes, devolvendo a derrota na decisão da etapa de Búzios. Com o resultado, Guilherme segue na terceira posição do tour mundial, mas sua diferença para os líderes diminuiu consideravelmente, abrindo boas chances para o brasileiro lutar por mais um título mundial.
O catarinense Eder Luciano também teve um grande desempenho e acabou na quinta posição da etapa, perdendo nas quartas de final para Pierre.
A próxima etapa do Circuito Mundial acontece durante os dias 24 e 29 de agosto, em Sintra, Portugal, neste que é o evento com maior premiação da temporada, U$60.000,00. Vale lembrar que em Sintra as mulheres também competirão, em mais uma etapa Grand Slam.


[MTB]freeride downhill





Downhill – Descidas e velocidade com montain bike

“Descer a toda com uma bike”





















Downhill é uma modalidade do “montain bike” onde se desce o mais rápido possível um trajeto. Esses trajetos são bastante variados, muito íngremes (alguns quase verticais o.0) e exigem muita técnica e conhecimento da modalidade, possuem muitos obstáculos como galhos, pedras soltas, buracos, raízes, pontes, etc. São pistas extremamente rápidas, chegando a passar dos 90 km/h na bike.
Feitas em morros e montanhas, o desgaste físico é grande em função da concentração exigida, e geralmente, do grande esforço para chegar ao início do trajeto (tudo que desce, um dia subiu hehe).
Pela necessidade de peças muito boas e resistentes, as bicicletas usadas na prática do DH são caras, e pesam em média 20 kg. Para que a descida não se torne suicídio, é preciso ter atenção a alguns ítens na bike:
Quadros: Devem aguentar impactos muito fortes, a probabilidade de queda é grande e o número de saltos e obstáculos são maiores ainda.
Suspensão: O ideal é ter suspensão dianteira e traseira, com recuo mínimo de 180mm, as “pauladas” nos saltos e obstáculos são muito fortes e se a suspensão não for boa, você vai sentir o impacto e a chance  de cair aumenta muito.
Freios : Devem ser a disco com acionamento hidráulico, a pressão exercida sobre eles é alta demais e freios com cabos não são boas opções.
Pneus: Diferem de acordo com o terreno, mas geralmente são largos e com boa aderência.
Cambio: Não existe o câmbio dianteiro. No seu lugar é instalado uma guia de corrente, que tem a missão de manter a transmissão funcionando apesar de todas as trepidações que a pista transmite à bike (wikipédia)

Deve ser observada a geometria e a posição do quadro, para se adaptar ao terreno, ela é mais alta na frente e inclinada atrás, desse modo provavelmente você cai menos.
A segurança do atleta é muito importante também, são usados capacetes com proteão para o queixo e para o pescoço (aqueles parecidos com de moto), joelheiras e caneleiras em conjunto, cotoveleira, proteção nas costas e no peito e óculos (sim, voce fica parecendo um motoqueiro). Mas todos os itens são de extrema importancia dada a periculosidade do esporte.
Seguindo bem estas regras e treinando muito, você pode ter experiencias fantasticas com o DH, em suma, ele é adrenalina pura =)

Piloto espanhol cai em cima do público no X-Fighters da Inglaterra

Depois de um salto nas eliminatórias, André Villa perdeu o controle de sua moto e foi parar na área dos espectadores. Alguns se feriram levemente

Frame queda X-Fighters 
Espanhol cai sobre o público (Foto: Reprodução )
Os espectadores da etapa londrina do X-Fighters levaram um susto durante as eliminatórias. O espanhol André Villa perdeu o controle de sua moto e caiu a poucos metros do público. Algumas pessoas se feriram levemente. O piloto nada sofreu. O vídeo foi publicado pelo jornal "The Sun".
A etapa foi vencida pelo neozelandês Levi Sherwood, de 18 anos. A próxima será no dia 10 de outubro, na Itália.

Jovem neozelandês vence etapa de Londres do X-Fighters World Tour

Levi Sherwood já havia escrito seu nome na história da prova em 2009

Levi Sherwood x-fighters etapa de londres 
Levi Sherwood, neozelandês de apenas 18 anos, venceu a etapa de Londres do X-Fighters World Tour. Em 2009, após triunfar na Cidade do México, Rubber Kid (Menino de Borracha), como é conhecido, escreveu seu nome na história da prova como o mais jovem piloto a vencer uma etapa  (Foto: agência Reuters)

Piloto da Air Race morre em acidente

Alejandro MacLean fazia acrobacias quando caiu perto do aeroporto de Toledo

Alejandro Maclean piloto morto em acidente durante treino 
Alejandro Maclean morreu durante treino (Foto:AFP)
O piloto Alejandro Maclean, único representante espanhol no Air Race, morreu nesta terça-feira em um acidente com seu avião de acrobacias, nas imediações do aeroporto de Toledo (Espanha). As causas da queda da aeronave ainda não foram confirmadas.
Maclean, de 41 anos, foi campeão europeu e espanhol de acrobacias aéreas e disputava o Air Race desde 2005. Nesta temporada, terminou em 11º lugar na classificação geral, com nove pontos.
Também neste ano, o brasileiro Adílson Kindlemann, que fazia sua temporada de estreia na categoria, sofreu um acidente em março durante o treino para a segunda etapa, em Perth (Austrália). A aeronave caiu em um lago e o piloto escapou ileso, mas não pôde disputar as demais etapas. Seu retorno deverá acontecer em 2011.

Britânico termina em segundo na Alemanha e garante o bi da Air Race

Bonhomme comemora o título no autódromo de Lausitz. Austríaco Arch leva etapa

Era a primeira vez que o Circuito Mundial de corrida aérea - Air Race - tinha um percurso sobre solo, e não água. O palco, o autódromo de Lausitz, na Alemanha. Dois pilotos tentavam ser o protagonista. O austríaco Hannes Arch levou a etapa, mas o caneco da temporada ficou com o britânico Paul Bonhomme. A classificação à final garantiu a ele o bicampeonato por antecipação.
Air Race Paul Bonhomme 
Paul Bonhomme voa para o título na Alemanha (Foto: Divulgação)
Campeão em 2009, Paul Bonhomme fechou a temporada de seis etapas com duas vitórias (Abu Dhabi e Nova York) e 64 pontos. Arch, campeão em 2008 e vencedor da etapa do Rio de Janeiro em maio, venceu ainda em Perth e Windsor, além de Lausitz.
- É muito especial, mMas estou frustrado por não derrotar Arch na última corrida do ano. Mesmo assim, o objetivo no início da temporada era garantir o bicampeonato, e foi exatamente isso que conseguimos, apesar de algumas dificuldades ao longo do ano.

Surfista americano morre ao ser atacado por tubarão na Austrália

Testemunhas contam que tentaram ressucitar o surfista, mas ferimentos eram muito graves. Ataque foi perto de Margareth River, famoso pico de surfe


Prancha de surfe, destruida por  tubarão, Austrália 
Policial segura prancha destruída  (reuters)
O americano Nicholas Edwards, de 31 anos, morreu depois de ser atacado por um tubarão quando surfava sozinho em Gracetown, perto de Margaret River, no sudoeste da Austrália. Testemunhas contam que o socorreram, tentaram ressucitá-lo, mas os ferimentos eram muito graves.

Autoridades locais tentam determinar a espécie do tubarão e se o predador ainda está na região.

Surfista atacado por tubarão na costa oeste da Austrália 
Placa alerta sobre ataque (Foto: ABC News)
Tubarões brancos são comuns em Gracetown. Em 2004, um surfista identificado como Brad Smith morreu após ser atacado. Margareth River é um dos mais famosos picos de surfe da Austrália - recebe uma etapa seis estrelas da divisão de acesso mundial.
Edwards mudou-se com esposa e dois filhos para trabalhar em uma mineradora. Segundo a polícia, ele estava com voo marcado para Goldfields, onde trabalha, e tinho ido à praia para aproveitar os últimos momentos de folga.


Surfistas de 18 anos farão a final feminina do WQS de Açores

Australiana Laura Eneve e americana Courtney Conlogue vão disputar o título em Portugal. Brasileiras caíram na segunda fase da etapa seis estrelas

Surfe Laura Enever WQS de Açores 
Laura Enever vai à final em Açores
(Foto: Divulgação / ASP)
Duas surfistas de 18 anos vão disputar a final do WQS de Açores, etapa seis estrelas da divisão de acesso mundial feminina: a australiana Laura Enever e a americana Courtney Conlogue. As melhores brasileiras na competição foram a carioca Cláudia Gonçalves, a paranaense Bruna Schmitz e a catarinense Jacqueline Silva, eliminadas na segunda fase.
Campeã mundial júnior, Laura se classificou à final após vencer a peruana Sofia Mulanovich, melhor do mundo em 2004. Courtney passou pela australiana Claire Bevilacqua, surfista que, assim como Sofia, integra a elite mundial.

Australiana de 18 anos vira, sai de combinação e leva WQS de Açores

Campeã mundial júnior, Laura Enever conseguiu a vitória nos últimos cinco minutos e faturou etapa seis estrelas da divisão de acesso pela primeira vez


Laura Enever campeã WQS de Açores 
Laura Enever comemora em Açores
(Foto: Divulgação / ASP)
Faltavam apenas cinco minutos para o fim da bateria, e Laura Enever, sentada sobre sua prancha na Praia de San Miguel, em Açores, amargava uma combinação - a "goleada" no surfe. A australiana de 18 anos, porém, conseguiu uma virada espetacular, derrotou a americana Courtney Conlogue, da mesma idade, e com notas 9,17 e 8,17, garantiu sua primeira taça de uma etapa seis estrelas do WQS, a divisão de acesso mundial.
Campeã mundial júnior, Laura somou 17,34 pontos (de 20), contra 13,80 da americana. As melhores brasileiras na competição foram a carioca Cláudia Gonçalves, a paranaense Bruna Schmitz e a catarinense Jacqueline Silva, eliminadas na segunda fase.
A próxima etapa seis estrelas do WQS feminino será de 23 a 29 de agosto, em Pantin, Espanha.
'El niño' assombra ilha de Portugal, e WQS com 27 brasucas é cancelado

Organizador culpa fenômeno por falta de ondas em Açores. Premiação prime, de cerca de R$ 260 mil, é dividida entre 96 surfistas, entre eles, Tom Curren

Surfe WQS Açores cancelado  
Praia de San Miguel sem ondas (Foto: ASP)
A Praia de San Miguel, na ilha portuguesa de Açores, foi o cenário de um dos piores pesadelos para um surfista: o "flat". Sem ondas boas durante toda da semana, a etapa prime da divisão de acesso mundial teve de ser cancelada neste domingo, último dia da janela de espera. Com isso, pontuação e premiação - de US$ 145 mil (cerca de R$ 260 mil) serão divididas entre os 96 surfistas - entre eles, 27 brasileirose o americano tricampeão mundial Tom Curren - que aguardavam a segunda fase. Coincidentemente, Portugal sofreu com o fantasma no flat em 2002, quando, pela primeira vez na história do Circuito Mundial, uma etapa teve de ser cancelada por falta de ondas.
O português Rodrigo Heredia, diretor de prova e morador de Açores, estava desolado. Disse que, em toda a sua vida, nunca tinha visto condições tão ruins por tão longo período. E culpou o 'El niño' – fenômeno que provoca alterações na temperatura do Oceano Pacífico e efeitos no clima.
- Esperamos o máximo que pudemos, mas hoje não havia condições de fazermos duas baterias ao mesmo tempo, pois está insurfável. Cogitamos a possibilidade de ampliar a janela de espera para segunda-feira, mas a previsão de ondas não indica melhoria. Não é uma situação usual não ter ondas aqui, mas neste ano o "El Niño" está provocando esse flat. Espero que não aconteça em outros campeonatos.
Faltavam 59 baterias para o término da competição. Vinte e sete brasileiros seguiam na briga: Kiron Jabour, Jean da Silva, Marco Polo, Gustavo Fernandes, Rudá Carvalho, Júnior Faria, Willian Cardoso, Rodrigo Dornelles, Raoni Monteiro, Gabriel Medina, Leonardo Neves, André Silva, Pablo Paulino, Wiggolly Dantas, Jerônimo Vargas, Jihad Khodr, Yuri Sodré, Miguel Pupo, Heitor Alves, Neco Padaratz, Diego Rosa, Pedro Henrique, Bernardo Miranda, Alejo Muniz, Tiago Camarão, Messias Félix e Tomas Hermes.
A próxima etapa do WQS começa na terça-feira, com o seis estrelas de Lacanau, na França.

Fantasma do ‘flat’ em ilha portuguesa fará WQS prime ter baterias duplas

Etapa prime, que conta com 27 brasileiros, é adiada nesta sexta-feira

Surfe WQS Açores adiamento 
San Miguel sem ondas (Foto: Divulgação / ASP)
A Praia de San Miguel amanheceu com ondas fracas nesta sexta-feira e causou dor de cabeça nos organizadores do WQS prime de Açores. Eles foram obrigados a adiar as disputas e, para que a competição seja encerrada no prazo (domingo), terão de fazer baterias duplas neste sábado. Vinte e sete brasileiros seguem na briga pelo caneco da etapa, que tem nível máximo de pontos e premiação na divisão de acesso.
O fantasma do "flat" assusta. Ainda faltam 60 baterias para que a competição masculina seja encerrada - parou antes do último confronto da primeira fase. No feminino, a americana Courtney Conlogue e a australiana Laura Enever, ambas de 18 anos, farão a final. Caso não haja tempo para conhecer os campeões, premiação e pontuação serão divididos.
Kiron Jabour e Jean da Silva ainda estrearam. Os outros 25 brasileiros vão disputar a segunda fase. Marco Polo, Gustavo Fernandes, Rudá Carvalho, Júnior Faria, Willian Cardoso, Rodrigo Dornelles, Raoni Monteiro, Gabriel Medina, Leonardo Neves, André Silva, Pablo Paulino, Wiggolly Dantas, Jerônimo Vargas, Jihad Khodr, Yuri Sodré, Miguel Pupo, Heitor Alves, Neco Padaratz, Diego Rosa, Pedro Henrique, Bernardo Miranda, Alejo Muniz, Tiago Camarão, Messias Félix e Tomas Hermes.
A etapa portuguesa é importante para a definição dos dez surfistas do WQS que irão completar o grupo dos top 32 do Circuito Mundial. Até o momento, estão "subindo" o cearense Heitor Alves, o carioca Raoni Monteiro e o paulista Wiggolly Dantas. O defensor do título é o catarinense Willian Cardoso.




Praia da Vila recebe Saquarema Bodyboard Classic no próximo final de semana

A cidade de Saquarema, conhecida por ter uma das melhores ondas do Brasil, volta a receber após mais de 10 anos um competição de bodyboarding. O Saquarema Bodyboard Classic promete agitar a Praia da Vila entre os dias 21 e 22 de agosto. A competição promete trazer os melhores atletas do Estado do Rio para disputarem as categorias open masculino e open feminino.
Em jogo duas passagens para os campeões para o Peru (Rio/Lima/Rio). Lembrando que a categoria open é aberta para qualquer atleta seja ele profissional ou amador. A iniciativa da competição é da Associação de Bodyboard de Saquarema que promete resgatar e manter os eventos de bodyboard na Cidade.
Leo Leite um dos maiores bodyboarders locais de Saquarema apóia a competição "Estou muito contente com a iniciativa das pessoas engajadas no campeonato. Conversei com vários atletas profissionais no Rio e a maioria vai marcar presença na competição. Tomara que netuno envie ondas para que o evento seja um sucesso." As inscrições custam R$ 80 para qualquer categoria.

Circuito Extremaventura de Corridas de Aventura será no Vale Ribeira

Adventure Race - Extremaventura<br>Foto: Divulgação
As inscrições para 3ª Etapa do Circuito Extremaventura de Corridas de Aventura 2010 estão abertas. A prova que será realizada em Itaperuçu, na Região do Vale do Ribeira, próxima a Curitiba, será válida pelo Circuito Paranaense e contará pontos para o Ranking Brasileiro de Corridas de Aventura.

O período de inscrições ficará aberto até o dia 17 de setembro para atletas  das categorias Pró (quarteto misto elite), Expedição (duplas elite) e Solo (Elite) ao valor individual de R$ 100,00 (cem reais) e Aventura Duplas e Estreantes a R$ 85,00 (oitenta e cinco reais) por competidor.

Poderão ser realizadas em uma das lojas Território em Curitiba, centro, Shoppings Crystal ou Palladium, ou pelo site oficial do evento – www.extremaventura.com.br.

Roteiro

A prova será desenvolvida em um terreno considerado duro para uma Corrida de Aventura. Com percurso percorrendo um relevo ondulado e montanhoso e com grandes desníveis altimétricos, a 3ª etapa explorará além da aptidão física dos atletas muita estratégia nas modalidades de orientação, caminhada/ corrida (trekking), ciclismo, natação, técnicas verticais e caving (exploração de cavernas).

A modalidade de canoagem poderá ser inserida no roteiro caso a organização viabilize financeiramente esta modalidade. Segundo Julio Camargo, diretor de prova da Extremaventura, os atletas podem começar a se preparar para um grande desafio.

"O Vale da Ribeira é sensacional para a Corrida de Aventura. Gosto muito de lugares montanhosos e preservados porque valorizam a aptidão física e a orientação. Algo bacana nesta etapa será o Caving que passará por uma caverna com vários salões, formações com estalactites e estalagmites bem interessantes e alguns amigos morcegos que pregarão sustos nas equipes. Se conseguirmos viabilizar a tempo a canoagem fecharemos o roteiro de forma bem radical, em um rio caudaloso de classe II+ e III. Estou bem confiante de que a prova cairá no gosto das equipes", relatou Julio.

O percurso da 3ª etapa terá aproximadamente 55km para as categorias Pró, Expedição e Solo e 35km para Aventura e Estreantes.

Rio volta ao Mundial após quase ver Occy preso e com saudade de Slater

Em 2001, no último campeonato na cidade, australiano passou sufoco antes da final no Arpoador. Americano, hoje eneacampeão, estava 'aposentado'

surfe Mark Occhilupo Mundial Arpoador 2001 
Occhilupo no Mundial do Arpoador-2001 (Foto: ASP)
Mark Occhilupo sempre ri, com um sorriso maroto, e prefere dar um ar de lenda à história de que quase teve de deixar as areias do Arpoador em uma viatura policial. O australiano, campeão do mundo em 1999, foi um dos principais personagens naquele campeonato de 2001, última vez que o Rio de Janeiro recebeu o Circuito Mundial. Na próxima temporada,  a cidade voltará a fazer parte do calendário, e Occy, já aposentado, deve ser um dos convidados do patrocinador. No peito dos cariocas, bate também saudade de uma outra lenda do surfe, o americano Kelly Slater, que desde 1998 não compete naquelas ondas.
Hoje eneacampeão, Slater se aposentou temporariamente depois de 1999 e só voltou ao Circuito Mundial em 2002, quando a etapa brasileira tinha ido para Saquarema. Ele, porém, não apareceu por lá. Estava doente. No ano seguinte, Teco Padaratz levou o campeonato para Santa Catarina.
Naquele campeonato carioca de 2001, o americano curtia férias quando Occy ganhou as páginas dos jornais por seu desempenho nas ondas do Arpoador e pela polêmica policial. O aussie se preparava para disputar as semifinais, quando resolveu acender um cigarro de maconha. A polícia viu, mas ele, rapidamente, sem o cigarro, entrou na área de atletas, vestiu a camiseta de competição e foi para o mar.

- Foi um mal entendido em que eu me envolvi, mas por sorte os brasileiros foram legais comigo e eu só.... Bem, não era eu - disse ele ao GLOBOESPORTE.COM, em 2007, na última vez que competiu no Brasil.
Occy derrotou o americano CJ Hobgood, surfista que, meses depois, conquistaria o caneco em uma temporada que terminou com apenas cinco etapas, por conta dos atentados de 11 de setembro. CJ até hoje lamenta. Acredita que, por conta do cancelamento de metade das competições, não foi tão bem reconhecido pela façanha.
surfe Joel Parkinson Mundial Arpoador 2001 
Parkinson no Mundial Arpoador (Foto: ASP)
Naquela época, as regras eram diferentes. Valiam as três melhores ondas das baterias - e não duas. Occy foi à final e perdeu para o compatriota Trent Munro: 23,24 a 13,75.
Um pouco antes, um então novato australiano, Joel Parkinson, mandava para casa o atual campeão do mundo, o havaiano Sunny Garcia. E os melhores brasileiros eram Peterson Rosa e Neco Padaratz, eliminados nas quartas. O paranaense Peterson, hoje, só disputa campeonatos nacionais. Neco segue na elite. Catarinense radicado na Califórnia, ele terá a chance de resgatar o tempo perdido no Rio.

Com premiação recorde, Rio volta a sediar etapa do Circuito Mundial

Desde 2003, estado de Santa Catarina recebia a elite do surfe

Jadson André surfe Mundial Imbituba 
Jadson André surfa para o título na Praia da Vila,
em Imbituba (Foto: Divulgação / ASP)
O Rio de Janeiro voltará a receber a elite mundial do surfe em 2011. De acordo com informações divulgadas pela assessoria da ASP, a praia da Barra da Tijuca será o palco da etapa brasileira do Circuito Mundial, que desde 2003 era disputada em Santa Catarina, e terá premiação recorde de US$ 500 mil (cerca de R$ 900 mil). O Arpoador vai abrigar a estrutura secundária, além do canto do Recreio.
A notícia foi recebida com alegria pelos surfistas. O australiano Mick Fanning, campeão no Brasil em 2007, disse estar empolgado para o campeonato no Rio.
- O esporte é uma grande parte da cultura brasileira e se reflete nas multidões que nos seguem na praia. Estou animado por trazer o campeonato para o Rio - disse o atual número 7 do ranking.
A capital carioca recebeu o Mundial pela última vez em 2001, quando o australiano Trent Munro reinou no Arpoador. No ano seguinte, a sede foi a cidade de Saquarema, na Região dos Lagos. Em 2003, o ex-surfista profissional Teco Padaratz adquiriu os direitos do campeonato e o levou para sua terra-natal.
Nos últimos dois anos, a etapa catarinense, disputada na Praia da Vila, em Imbituba, teve brasileiros na final, ambas contra Kelly Slater, hoje eneacampeão do mundo. Em 2009, Adriano de Souza, o Mineirinho, foi vice. Em abril deste ano, o potiguar Jadson André, novato na elite, superou o americano e conquistou sua primeira vitória no Circuito Mundial.
A pressão dos patrocinadores, porém, e a amizade de Teco com o prefeito carioca, Eduardo Paes, fizeram com que a ideia de levar a elite do surfe para o Rio novamente ganhasse força.
- Santa Catarina é um lugar muito especial para mim. Foi lá a minha primeira vitória este ano e eu gostaria que pudéssemos voltar. Mas a mudança vai ser boa. Estou estou ansioso para isso - afirmou Jadson.
Bob Burnquist é prata no Big Air

Brasileiro é superado por americano Jake Brown nos X-Games de Los Angeles

Los Angeles, EUA
Campeão mundial de skate vertical em 2000, Bob Burnquist ficou com a medalha de prata no Big Air dos X-Games de Los Angeles, na Califórnia. O brasileiro somou 93,00 em sua melhor tentativa e foi superado apenas pelo americano Jake Brown, com 93,66. O também americano Rob Lorifice completou o pódio, com 87,66 pontos.
No Big Air, os skatistas descem em uma megarrampa e têm que executar aéreos. O inventor da modalidade é o americano Danny Way, criador da megarrampa.
Bob Burnquist nos X Games em Los Angeles 
Bob Burnquist voa na final do Big Air em Los Angeles (Foto: Getty Images)


Brasileiro é ouro no X-Games

Ítalo Pernarrubia foi o melhor na disputa da prova de Vertical Amador. Na competição de melhor manobras no Vertical, Bob Burnquist é bronze

Los Angeles, EUA
Um paulista de 19 anos conquistou o primeiro ouro para o Brasil no X-Games, nos EUA. Ítalo Pernarrubia superou os rivais e ficou com o ouro na disputa do Vertical Amador. Com 90 pontos, ele deixou para trás o britânico Sam Bosworth, com 76, e o australiano Jono Schwan, com 70.
Bob Burnquist Moto X-Games 
Bob Burnquist levou mais uma medalha no X-Games (Foto: AFP)
O Brasil conquistou outra medalha com Bob Burnquist. O skatista ficou com o bronze na disputa de melhor manobras no Vertical. Ele somou 11.93 e foi superado por Pierre-Luc Gangnon (14.33) e Colin McKay (13.33). Ele já havia ficado com a prata no Big Air.
Sandro Dias, o Mineirinho, deixou a medalha escapar por pouco na disputa do Vertical. Ele ficou na quinta colocação, com 60 pontos.

Adolescentes brasileiros roubam a cena com medalhas no skate street

Pedrinho Barros leva ouro e Letícia Bufoni é prata no último dia dos X-Games de Los Angeles, e Brasil se despede da competição com sete pódios

Pedrinho Barros, de 15 anos, supreendeu o americano Andy MacDonald, 21 anos mais velho, e faturou a medalha de ouro no skate street dos X-Games de Los Angeles. No feminino, mais adolescente brasileiro no pódio. Letícia Bufoni, de 17, completou com prata o último dia da competição.
Letícia Bufoni X-Games Los Angeles 
Letícia Bufoni fatura a prata nos X-Games de Los Angeles (Foto: AFP)
Desde sexta-feira, os principais atletas de esportes radicais disputaram os X-Games. Bob Burnquist levou ouro no skate corrimão Big Air, prata no Big Air e bronze do desafio de manobras do vertical. Karen Jones foi bronze no vertical. No vertical amador, vitória de Ítalo Pernarrubia.
- Acho que pela nossa juventude temos mais energia nessa hora decisiva. Estou muito feliz. Aliás, sair dos X-Games feliz era exatamente o meu objetivo, e parece que foi isso que consegui... – disse Pedrinho.

Karen Jonz conquista a medalha de bronze no skate vertical na Califórnia

Brasileira é superada por Gaby Ponce e Lyn-z Adams nos X-Games

Califórnia, EUA
A brasileira Karen Jonz conquistou a medalha de bronze no skate vertical feminino dos X-Games de Los Angeles, na Califórnia. Ela já havia conquistado o título em 2008 e o vice-campeonato, em 2009. O primeiro lugar ficou com Gaby Ponce, seguida por Lyn-z Adams Hawkins.
O vertical é a modalidade mais tradicional da competição. Alguns skatistas inovam com manobras aéreas, enquanto outros procuram fazer uma apresentação mais técnica.
x games 16 karen jonz skate 
Brasileiria Karen Jonz fica com a medalha de bronze no skate vertical dos X-Games (Foto: Getty Images)

FOTO: americano fica inconsciente após acidente com moto no X-Games

Paris Rosen foi atendido e deixou a prova já acordado rumo ao hospital

Los Angeles, EUA
Um acidente espetacular de moto marcou o segundo dia de disputas do X-Games. O americano Paris Rosen caiu durante a disputa de melhores manobras sobre a moto e deixou a rampa inconsciente. Ele tentou dar uma volta completa no ar, mas não conseguiu e foi ao chão, com a moto caindo em cima do piloto. Em seguida, Rosen foi levado direto para o hospital, já acordado e andando.
O australiano Cameron Sinclair, que sofreu um grave acidente na disputa do X-Fighters, no ano passado, mostrou que está totalmente recuperado. Ele foi o vencedor da prova em Los Angeles.
Paris Rosen Moto X-Games 
Paris Rosen cai com sua moto no X-Games (Foto: AP)

Algoz de Jordy Smith, Greg Emslie, em casa, leva o WQS quatro estrelas

Em casa, sul-africano derrota aussie Dion Atkinson na final

Cidade do Cabo, África do Sul
Ex-integrante do Circuito Mundial, Greg Emslie ganhou os holofotes nas ondas de Long Beach, na Cidade do Cabo, depois que eliminou, na quarta-feira, o também sul-africano Jordy Smith, surfista número 1 do mundo. Nesta quinta, encerrou o show ao erguer o caneco do WQS quatro estrelas. Na final, derrotou o australiano Dion Atkinson.
Surfe Greg Emslie WQS Cidade do Cabo 
Greg Emslie leva o WQS quatro estrelas da Cidade do Cabo (Foto: EFE)
Greg somou 14,00 pontos (em 20), contra 12,12 de Dion. Com isso, garantiu a terceira vitória de surfistas da casa nos últimos três campeonatos de surfe. Jordy Smith tinha vencido o WQS de Durban e a etapa de Jeffreys Bay do Circuito Mundial.
- Eu tinha falado para mim mesmo: venci o Jordy, então não posso deixar que o Dion me vença na final - disse Emslie.

De férias e em casa, líder Jordy Smith disputa WQS como 'aquecimento'

Sul-africano vai competir na Cidade do Cabo. Próxima etapa do Circuito Mundial só começa no dia 23 de agosto, em Teahupoo, no Taiti

Cidade do Cabo, África do Sul
Depois de conquistar, em casa, sua primeira vitória na elite e, de quebra, assumir a liderança do ranking, Jordy Smith não quis perder o ritmo. O sul-africano de 22 anos vai disputar, a partir desta quarta-feira, na Cidade do Cabo, uma etapa do WQS, a divisão de acesso. O campeonato, de nível quatro estrelas, será apenas um "aquecimento", já que ele só reencontrará Kelly Slater, Mick Fanning & cia no dia 23 de agosto, no Taiti.
WQS da Cidade do Cabo 
Cidade do Cabo recebe etapa quatro estrelas do WQS (Foto: Divulgação)
Jordy vem de duas vitórias seguidas em casa. Antes de competir em Jeffreys Bay, disputou o WQS de Durban e também foi campeão. Em Outer Kom, na Cidade do Cabo, ele vai estrear direto na segunda fase, contra Antonio Bortoletto, Dane Staples e Neil Zietsman. Todos sul-africanos.
Outro sul-africano integrante da elite mundial, Travis Logie estreou nesta terça-feira e, com 12,16 pontos, se classificou para a terceira fase ao superar os compatriotas Josh Salie, Chad Schwab e Gary Van Wieringen.

A próxima etapa do Circuito Mundial começa no dia 23 de agosto, em Teahupoo, no Taiti. O defensor do título é o americano Bobby Martinez.

Potiguar derrota baiano e leva a segunda etapa do Brasil Tour

Alan Jhones reina nas ondas da Praia do Cupe, em Porto de Galinhas

Porto de Galinhas, PE
Alan Jhones Brasil Tour 
Alan Jhones vence no Brasil Tour
(Foto: Divulgação / Fábio Minduim)
Em uma final nordestina, o potiguar Alan Jhones levou a melhor sobre o baiano Rudá Carvalho e faturou a segunda das cinco etapas do Brasil Tour, o circuito brasileiro profissional. O palco foi a Praia do Cupe, Porto de Galinhas (PE). Com a vitória, ele consolida a liderança do ranking.
Alan tirou notas 5,50 e 7,33. Rudá, com 6,83 e 4,20, não conseguiu a virada. No feminino, a vitória foi para a ubatubense Suelen Naraisa. Ela somou 5,00 pontos na decisão, contra a catarinense Juliana Quint : 4,67.
A próxima etapa será a partir do dia 22 de setembro, na Praia da Joaquina, em Florianópolis.

Slater culpa cansaço por derrota, mas lembra: 'Há um longo ano pela frente'

Ex-líder, americano eneacampeão mundial diz que não estava se sentindo sincronizado na etapa de Jeffreys Bay. Próximo desafio é em Teahupoo

 Jeffreys Bay, África do Sul
Kelly Slater voa Mundial de Jeffreys Bay 
Slater toma uma 'vaca'  (Foto: agência EFE)
Os surfistas da elite mundial tiveram um mês de descanso antes da etapa de Jeffreys Bay do Circuito Mundial. Mas, para o então líder, Kelly Slater, as férias de nada adiantaram. Eliminado na terceira fase, pior resultado da temporada, ele disse que se sentia cansado na África do Sul. A derrota lhe custou duas posições no ranking. Segundo ele, porém, há tempo suficiente para voltar ao topo.
Slater perdeu em J-Bay para o sul-africano Sean Holmes, que competia como convidado. O também local Jordy Smith, que ocupava a segunda colocação do ranking, assumiu a liderança e acabou vencendo a etapa. O australiano Taj Burrow é o terceiro da lista. O próximo desafio será no dia 23 de agosto, em Teahupoo, no Taiti.
Kelly Slater Jeffreys Bay arquivo 
Americano está em terceiro no ranking
(Foto: Getty Images)
- Eu ainda não me senti sincronizado aqui este ano. Eu me sinto cansado desde que cheguei. Eu tenho ido dormir às 8h e acordado à 1h. Fiquei acordado hoje por oito horas. Sean comentou estar sempre sintonizado aqui em Jeffreys e conhece muito bem a onda e sempre escolhe as melhores. Há um longo ano pela frente. Eu tenho ainda um mês ate a próxima etapa para pensar nisso. Vou pra casa carregar as energias e me focar pro Taiti - disse, em entrevista à Surfline.
A etapa do Taiti traz boas lembranças a Slater. Em 2005, ele venceu o campeonato ao tirar duas notas 10,00 na decisão, contra o compatriota Damien Hobgood.

Todos os campeões no Taiti:

2009: Bobby Martinez (EUA)
2008: Bruno Santos (BRA)
2007: Damien Hobgood (EUA)
2006: Bobby Martinez (EUA)
2005: Kelly Slater (EUA)
2004: CJ Hobgood (EUA)
2003: Kelly Slater (EUA)
2002: Andy Irons (HAW)
2001: Cory Lopez (EUA)
2000: Kelly Slater (EUA)
1999: Mark Occhilupo (AUS)

Mineirinho brilha, vence com direito a combinação e se garante nas oitavas

Neco Padaratz ainda vai lutar por uma vaga na terceira fase em J-Bay

Jeffreys Bay, África do Sul

Adriano de Souza Mineirinho Mundial Jeffreys Bay 
Mineirinho se garante nas oitavas em Jeffreys Bay (Foto: EFE)
Adriano de Souza, o Mineirinho, teve de esperar até o fim da tarde (horário sul-africano) para entrar em ação nesta sexta-feira. Quando enfim encarou as direitas de Jeffreys Bay, conquistou, com direito a uma combinação - a "goleada no surfe" - a primeira vaga nas oitavas de final da quarta etapa do Circuito Mundial. Somou 16,67 pontos (em 20 possíveis), contra 9,27 do australiano Jay Thompson, surfista que, na bateria anterior, tinha tirado uma nota 10. O catarinense Neco Padaratz também segue na briga, ainda na terceira fase. O potiguar Jadson André, quarto do ranking, caiu repescagem, assim como o catarinense Marco Polo. 
A primeira onda da bateria rendeu a Mineirinho 7,33. Com a segunda, a 20 minutos do fim, ganhou 7,77. Tranquilo na liderança, saiu da água e foi caminhando até o outro lado da praia, em vez de ir remando. Jay Thompson estava irreconhecível. Poucas horas antes, ele tinha conseguido uma nota 10 e totalizado 18,33 pontos para derrotar o compatriota Kieren Perrow.
Contra Mineirinho, com 2,03 e 0,2, não ameaçava. Precisava de uma combinação de 15,11 pontos para virar.
O australiano conseguiu sair da combinação ao trocar sua menor nota por um 5,50. Mineirinho, sentado no outside, não se arriscava. Só remaria em direção a uma onda que tivesse potencial. E foi o que fez a 2 minutos do fim. Pegou mais uma direita e tirou a maior nota da bateria - 8,90 -, aumentando a vantagem e selando o lugar nas oitavas.
O próximo adversário de Mineirinho será o australiano Adrian Buchan, que eliminou o surfista local Travis Logie.
Nas duas últimas baterias do dia, destaque para dois surfistas apontados como candidatos a campeões mundiais. O australiano Owen Wright somou 17,00 pontos para derrotar o compatriota Ben Dunn.
Jordy Smith fez a festa da torcida sul-africana ao somar 15,07 pontos e mandar o americano Nate Yeomans para casa.
Terceira fase:
1 Adriano de Souza BRA 16.67 x 9.27 Jay Thompson AUS
2 Adrian Buchan AUS 12.27 x 11.80 Travis Logie AFS
3 Owen Wright AUS 17.00 x 10.74 Ben Dunn AUS
4 Jordy Smith AFS 15.07 x 9.10 Nate Yeomans EUA
5 Bede Durbidge AUS x Tanner GudAUSkas EUA
6 Fredrick Patacchia HAV x Matt Wilkinson AUS
7 Luke Stedman AUS x Andy Irons HAV
8 Kelly Slater EUA x Sean Holmes AFS
9 Taj Burrow AUS x Joan Duru FRA
10 Tiago Pires POR x Kekoa Bacalso HAV
11 Dane Reynolds EUA x Neco Padaratz BRA
12 Michel Bourez TAH x Brett Simpson EUA
13 Mick Fanning AUS x Tim Reyes EUA
14 Damien Hobgood EUA x
15 Bobby Martinez EUA x Adam Melling AUS
16 Chris Davidson AUS x Dusty Payne HAV

Francês de 18 anos leva WQS cinco estrelas de Newquay, na Inglaterra

Campeão europeu júnior, Marc Lacomare fatura a etapa

O francês Marc Lacomare, de 18 anos, conquistou neste domingo o título do WQS de Newquay, etapa cinco estrelas da divisão de acesso mundial. Na final, o surfista, que é o atual campeão pró júnior europeu, derrotou o neozelandês Jay Quinn por 14,73 a 14,50.
O melhor brasileiro na competição foi o baiano André Teixeira, eliminado nas quartas de final.
surfe Marc Lacomare WQS Newquay 
Marc Lacomare (de vermelho) na final do WQS Newquay (Foto: ASP / Divulgação)